9 de jan. de 2003
Vamos tocar em frente!
Eu adoro música. Sobretudo as músicas brasileiras. Quem me conhece na vida real sabe que de vez em quando eu me arrisco cantando MPB pela noite curitibana. Juro que até hoje ninguém me vaiou nem me atirou tomates - isso é bom. Realmente, uma das coisas mais prazerosas da minha vida é ouvir boas músicas - quietinha, sozinha ou na companhia de alguém especial. Adoro prestar atenção na melodia, na letra, na harmonia dos instrumentos. E sou apaixonada por vozes como as de Marisa Monte, Djavan, Adriana Calcanhoto, Chico Buarque e tantos outros que existem aos montes neste país.
Infelizmente, para cada um dos cantores que se esforçam para fazer com que a nossa música seja uma das melhores do mundo, existem pelo menos umas dez criaturas "compondo" coisas sem pés nem cabeça. Isso me deixa triste e ao mesmo tempo puta da vida. Alguém pode me dizer porque uma musiquinha com refrão impronunciável faz tanto sucesso? Que diabos é aquela Ragatanga? E essa tal de Eguinha Pocotó então? Argh!
Neste reveillon estes foram alguns dos sucessos que tocavam nos carros na praia. Além é claro, da homenagem a um conhecido muito querido:
Marrrcelo, o pastelão e um copo de caju. Mas esta só tocava no carro em que estávamos, graças ao "Dj Felipe". Felipe querido, se não fosse você eu viveria o resto de minha vida sem o trauma de saber que esta droga existe, valeu hein? E como se não bastasse, este moço
aqui está cantando o refrão desta pérola até agora, e eu tenho que aguentar. Que sina... Depois as pessoas tem coragem de dizer que a "Melô do namoro" dos Tribalistas já encheu o saco. Ok, primeiro escutem a música do Marrrcelo e depois vocês reclamam, pode ser?
Postado por Tuka
*