Casa da Tuka
 

1 de jun. de 2004

Palmas para Lars Von Trier...

Só ontem assisti Dogville. O filme conta simplesmente a história de qualquer ser humano. Mostra que qualquer pessoa que mesmo com uma aparência doce e atitudes livres de qualquer suspeita, guarda uma maldade que fica bem encubada se não há oportunidade.

No filme a oportunidade existe e a população medíocre de um povoado mais medíocre ainda, mostra as garrinhas aos poucos.

O filme não é convencional, o cenário é praticamente como o de uma peça de teatro, com casas sem delimitação de paredes e com marcações no chão identificando onde fica cada coisa. Aliás o enredo todo segue como uma peça de teatro. É dividido em capítulos e um narrador conta a história. Algo singelo demais se não fosse o roteiro.

Grace, interpretada por Nicole Kidman, chega a Dogville fugida de um grupo de gângsters. Com o apoio de Tom Edison (Paul Bettany), Grace é escondida na pequena cidade e, em troca, trabalhará para todos.

O pequeno grupo de pessoas aceita que ela fique por um período de duas semanas. Passados os dias tomarão a decisão se ela é uma pessoa que merece confiança de permanecer em sua companhia ou não.

Após este "período de testes" Grace é aprovada por unanimidade - 15 votos. Mas quando a procura por ela se intensifica com visitas do xerife, FBI e dos próprios gângsters, os moradores exigem algo a mais em troca do risco de escondê-la. É quando ela descobre de modo duro que na cidade a bondade é algo bem relativo, pois Dogville começa a mostrar seus dentes.

No entanto Grace carrega um segredo que as pessoas nem desconfiam. Ela não é tão frágil quanto demonstra e decide o destino de todos no filme.

Dogville é uma fábula. Entediante no início devido ao cenário estático, escuridão constante e roteiro sem grandes movimentações. A surpresa toda fica guardada para o final e vale esperar para ver a personagem principal ter a atitude que todos nós gostaríamos de poder tomar diante de tantos absurdos cometidos por aí.

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Postado por Tuka *

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Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

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Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

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