6 de ago. de 2004
Eternal Sunshine of the Spotless Mind

Pela terceira vez fiquei surpresa com Jim Carey. A primeira foi com
O Mundo de Andy e depois com
O Show de Truman. Em
Brilho Eterno (para os íntimos) ele sequer faz uma única careta ridícula, e nem absolutamente nada de todas as bizarrices que o caracterizam como um atorzinho medíocre de um personagem só.
Ele interpreta uma "pessoa normal" e me deixou bem envolvida com o filme - coisa que não acontece quando ele está em um dos papéis. Mas desta vez foi uma das poucas que realmente foi válido ter pago o ingresso para assistir a um filme em que ele estivesse no elenco.
A história do filme é algo que já desejei e muito: esquecer uma etapa da minha vida, mas precisamente, esquecer um amor que acabou. Joel, o personagem de Carey, vai a um especialista para apagar as memórias referentes à namorada Clementine (Kate Wisnlet). Para não estragar a história não falarei mais, mas já aviso que é bem óbvio, afinal de contas é a conclusão que todos chegariam na mesma situação.
***
Também vi Mulheres Perfeitas com Nicole Kidman, Bette Midler e Glenn Close. Gostei, foi bom para passar a tarde de domingo com algo para distrair. Recomendo na falta de coisa melhor.
E o último: Fahrenheit 11 de Setembro de Michael Moore. Eu não gosto de Michael Moore, acho que ele possui um método sensacionalista forçado para conseguir público para seus documentários. Embora eu seja consciente deste fato achei o filme bem interessante. Bush é realmente o imbecil que eu já tinha certeza, mesmo com toda a parcialidade e direcionamento do documentário.
Marcadores: Cinema, Cultura
Postado por Tuka
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