Casa da Tuka
 

4 de ago. de 2004

Promete amá-lo e respeitá-lo?

Que eu sou casada todo mundo sabe e que casamento é loteria isso todo mundo também deve saber. É a mais plena verdade que quando se aceita casar com alguém, arrisca-se, e muito. Pode ser que dê certo e que vivam felizes para todo sempre, pode ser que a vidinha seja meia boca e que os dois vão levando e pode ser que acabe tudo depois de algum tempo. Ninguém nunca sabe o que o espera até que aconteça.

Meu casamento está na fase: "Putaqueopariu, casamento é bom pra caramba!". Sim, nesta fase. Faz pouco mais de 1 ano em que me casei e alguns podem pensar que é pouco tempo e que quando é assim tudo é maravilhoso. Mentira! Não é. Conheço gente que se separou depois de dois meses dividindo o teto. Por isso refleti por tempos sobre casamento.

Com um namorado que tive achava que estava de bom tamanho juntar os trapos e pronto, tamanha era minha descrença nesse negócio de papel. A mãe do infeliz queria que o filho casasse na igreja e se chocava com a norinha aqui que era relutante a esse negócio de casar de branco e outras baboseiras. Acabou o namoro e o casamento (Thank God) - nem saiu dos planos.

Quando conheci o homem que se tornou meu marido eu acabei querendo casar com pétalas de rosas sendo atiradas em minha cabeça. Como as coisas mudam, não? Nos casamos sem pompa nenhuma e com um juiz careca e maluco nos chamando de Rita e Rafael.

Sim, ele disse. Ele disse que promete me amar e respeitar até que a morte nos separe.
Sim, eu disse. Disse que prometo amá-lo e respeitá-lo, também até que morte nos separe.
Mas pensando nessas palavras, hoje sei que fazem apenas parte de um texto resumido que tenta sintetizar o que temos que prometer quando casamos.

Eu prometi que vou amá-lo e vou, respeitá-lo também. Mas hoje sei que a promessa que fiz também diz que vou amá-lo mesmo com o mau humor que acorda. E mesmo quando ele não quiser fazer o que peço. E respeitar os dois dias por semana que quer ver os amigos. E que terei que dizer a ele que está atrasado. Falar que é teimoso e que odeio a mania que tem de discutir por coisas bobas. E tolerar que ele odeie minha mania de arrancar a pelinha dos meus lábios quando estão ressecados pelo frio. E ouvi-lo dizer que adora meus "peitões". Que terei que escutá-lo me imitando nas manhas que faço. E ter certeza de que o mimei demais. E o confortar quando está preocupado com o trabalho. E segurar sua mão afirmando que estarei a seu lado em qualquer circunstância. E te sorrir sincero o fazendo entender que o amo mesmo sem dizer.

... na alegria e na tristeza, na saúde e na doença - ATÉ QUE A MORTE OU A VIDA NOS SEPARE.

Postado por Tuka *

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Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

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