Casa da Tuka
 

27 de dez. de 2004

Querido Papai do Céu...

Este ano não foi dos mais fáceis, no entanto também não posso reclamar demais, afinal o senhor me conhece de outros carnavais e sabe melhor do que ninguém que já passei por poucas e boas nesta vida. 2004 foi um ano peculiar, posso dizer assim. Oficializei algo que espero ser definitivo em minha vida e estou feliz, muito feliz, aliás.

Não posso dizer que fui exatamente uma boa menina, mas também não fui tão má assim. Mandei à merda muita gente, o senhor viu né? Mas também não foi ninguém importante. Do mesmo jeito que entraram em minha vida, sumiram dela. Foi como uma boa limpada na agenda de telefones, tirando aqueles nomes para quem nunca mais vamos ligar enquanto vivermos e só estão lá ocupando espaço e confundindo.

Fiquei meio de saco cheio de ser eu várias vezes. Olhar para esses mesmos olhões no espelho há mais de duas décadas, para esse cabelo sem graça, todos esses quilos indesejáveis e agora ainda esse aparelho medonho em minha boca... Ai, não foi fácil muitas vezes... Mas como o senhor me conhece melhor do que ninguém, também sabe, que durante a maior parte do tempo me acho linda como realmente sou - e modesta, claro...

Bem, a metade das baboseiras do fim de ano passou. O Natal se foi – que bom! Definitivamente não sou uma mulher de festejos comerciais. Gosto da simplicidade dos dias comuns. Daqui a alguns dias o reveillon também passa e com ele se vai essa incompreensível mania que as pessoas têm de acharem que tudo será diferente só porque o dia 31 de dezembro vira 1º de janeiro. Porque Deus? Porque?

Querido Deus, prometo que serei uma menina ainda pior no ano que vem. Porque como a diz célebre frase de Mae West: “quando sou boa, sou ótima... Mas quando sou má, sou MELHOR AINDA”.

Postado por Tuka *

Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


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