25 de out. de 2006
Capítulo 14 - o penúltimo
(Se quiser entender você precisará começar pelo capítulo 1)Certas coisas só acontecem comigo?
Ah! Quer saber de uma coisa? Que se dane tudo! Era exatamente o que pensava. Eu é que não iria ficar choramingando por um babaca que acabara de conhecer. Era realmente só o que me faltava.
Desapaixonaria tão rapidamente quando apaixonei – era o que ficava me repetindo como um mantra.
Foi então que voltei a Curitiba no dia seguinte à conversa pra lá de lacônica que tivemos.
Cheguei carregando minhas malas e pensamentos de que definitivamente a maré não estava pra peixe em meu marzinho conturbado.
Parênteses: Nem bem colocara os pés em casa quando o telefone tocou. Era exatamente o moço-que-disse-ter-me-amado-ao-primeiro-olhar-e-logo-depois-me-jogou-um-balde-de-água-fria, que me ligava de São Paulo. Que belo romance eu tinha encontrado, não? Marcadores: A história
Postado por Tuka
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