
O Carnaval acabou e eu fiz exatamente o que todas as pessoas adultas de bom senso deveriam fazer no Carnaval: Trepei, comi e dormi. Foi realmente muito bom. Mas o que seria de Salvador se todos pensassem como eu? O que seria do Carnaval carioca?
Ah, o PIB precisa se mover enquanto você tem vida sexual ativa, Tukaaam! Verdade, verdade...
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Meus vizinhos do andar de baixo ficaram mesmo muito tristes quando a Vai-Vai mais uma vez perdeu o Carnaval paulista. Meu marido, sem coração, gritava na janela (poveza dos infernos) a plenos pulmões só para sacanear os membros da escola que estavam desolados em sua tristeza:
Viva a Mocidadeeeeeeeeeeeeeeeeee! Eles de quebra, respondiam muito magoados:
Cala a boca, filho da putaaaaaaaaaaaaaa! E o palhação se divertia e regozijava de tanto rir da desgraça alheia. Coisa feia, viu...
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Quanto a tal franja, não se preocupem leitoras, nem está tão ruim. Juro que estou quase tão bonita quanto essa mocinha aqui da foto. Mas mesmo assim obrigada por terem se solidarizado e me recomendado todo tipo de chapinha e secador que existe no mercado. Quem precisa de consultora de beleza quando se tem um blog afinal de contas?
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Nos últimos dias assisti: Borat, A Rainha, O Último Rei da Escócia, Pecados Íntimos, Dreamgirls, Em Busca da Felicidade e Volver. Todos concorrem ao Oscar em alguma categoria. Todos são legais, mas nenhum em especial merece um post apenas para contar sobre sua história. Nenhum me fascinou a este ponto e para que eu tenha vontade de falar a respeito é preciso pelo menos alguma coisa que tenha me instigado. Acho que Forrest Whitaker leva fácil a estatueta de melhor ator – ele definitivamente não tem concorrente a altura.