Eu sou uma pré-trintona, todos vocês sabem. E como toda trintona com um mínimo de juízo, bom senso, ou algo equivalente (deixando bem claro que trintões e pré-trintões do sexo masculino não se inserem nesse tópico jamais), faz muuuuito tempo que os vídeos-games estão bem distantes da minha realidade. Ou estavam.
Até o fim de semana passado, o último aparelhinho do gênero que havia me seduzido tinha sido o consagrado e ultrapassadíssimo Atari. Aliás, tenho certeza que muitos de vocês leitores, também passaram horas alucinados diante do Pac Man e Enduro. Bons tempos – lá se vão 22 anos – affe!

Mas eis que meu marido, que como a maioria dos homens, possui uma
enorme e incorrigível pequena dose de síndrome de Peter Pan, começou a
azucrinar meus ouvidos falar todo santo dia de um treco chamado
Wii. Eu só conseguia pensar que era dinheiro demais para ser gasto num joguinho besta. Eu sou hiperativa, oras. Não agüento ficar parada sem fazer nada por muito tempo e um videogame iria apenas me deixar entediada olhando ele jogar.
Não demorou muito para que eu descobrisse que não se tratava de um videogame comum. Mérito do San e de seu absurdo poder de persuasão que todo bom aquariano possui. Através de uma tonelada de
vídeos e
matérias que ele me mandava
a cada dois segundos sempre, descobri que o negocinho era algo surreal. Quando é que eu poderia imaginar que fosse possível participar de uma partida de tênis da sala da minha casa? Ou de uma luta de boxe? Ou de uma série de outros esportes fazendo todos os movimentos reais e, o melhor, queimando calorias e ficando linda e delicinha?
Aiiiim, jura, Tukaaaaaaaaaaam?Quando eu já começava a pensar que não era tão má idéia assim a aquisição do tal jogo, ele e o
James de conchavo me levaram para ver ao vivo o funcionamento da engenhoca na casa de um amigo que acabara de comprar. Resultado: desde sábado estamos beeeeeeeem mais pobres, mas somos os mais novos felizes donos de um Nintendo Wii.
Quem não tem idéia do que se trata, vale dar uma
googleada a respeito ao menos para estar em dia com as novidades tecnológicas e não ficar aí fazendo cara de paisagem alheio ao que surge de legal no mundo.
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E mudando de assunto, vou encerrar este post cantando em uníssono com vocês, meus leitores, uma musiquinha em homenagem a tudo e todos que dificultam nossas vidas além do que gostaríamos. Liguem a caixinha de som e cliquem
aqui - contenham a emoção com a letra!