Tudo começou quando depois de alguns anos com o fubango do seu primeiro namorado, o julliano*, finalmente “resolveu se entregar a ele” – geeeeentem, sempre quis escrever/falar esta frase cafona! Ainda preciso achar onde empregar uma outra:
"então, ofegante e totalmente desarmada sucumbiu sem pensar à libido tão arduamente controlada por aquele homem que outrora desprezara”, mas tenho certeza que terei a chance. Então, a entrega ao fubango do primeiro namorado, o julliano*. Sim... Me lembro bem das palavras que usara.
Foi tão ruim quanto uma espinha no nariz em dia de uma festa esperada. Não, pior: t
ão ruim quanto ser atropelada por um ônibus e por uma manada de elefantes no dia da festa tão esperada logo depois de descobrir uma espinha no nariz. Ééééééé, leitores... Fazendo assim um esforcinho posso dizer que a primeira vez de nossa heroína não foi assim uma Brastemp não.

Ela passara um bom tempo tendo certeza de que o
zégzo era algo super valorizado. Algo como entrar naquela fila quilométrica de um certo brinquedo no Hopi Hari que todos garantiam que era
suuuuuuuuuuper legal e, quando enfim chegara sua vez acabara por perguntar-se: mas é só essa merda?”. Isso mesmo leitores, ela chegou a acreditar que zégzo era apenas como a tal fila pro brinquedo do Hopi Hari.
Ai, Tukaaam, comparação mais retardadaaaaam. E para que os “machos” aqui não comecem a dizer que a culpa pelo fracasso foi da moça – homem adora jogar a culpa na mulher quando eles não sabem dar no couro, repararam? – ou para que não digam que ela não poderia jamais julgar somente pela primeira vez, deu pra ele novamente – deu pra ele uma nova chance, leitores. E mais uma ou duas depois dessa. Talvez três. Depois de tudo isso foi que definitivamente começou a se condicionar a acreditar que zégzo era algo absurdamente dispensável a uma pessoa tão promissora quanto ela. Ela desvendaria céus e terras e nunca mais transaria com aquele fubango. Quiçá com ninguém mais.
Continua...
Esta é uma obra de ficção saída da mente um tanto quanto perturbada desta blogueira que vos escreve. Em todo caso, nomes* foram e serão trocados para preservar a identidade dos envolvidos, mesmo que imaginários.