Casa da Tuka
 

6 de ago. de 2008

Capítulo 1 – Apenas uma gigantesca fila no Hopi Hari?

Tudo começou quando depois de alguns anos com o fubango do seu primeiro namorado, o julliano*, finalmente “resolveu se entregar a ele” – geeeeentem, sempre quis escrever/falar esta frase cafona! Ainda preciso achar onde empregar uma outra: "então, ofegante e totalmente desarmada sucumbiu sem pensar à libido tão arduamente controlada por aquele homem que outrora desprezara”, mas tenho certeza que terei a chance. Então, a entrega ao fubango do primeiro namorado, o julliano*. Sim... Me lembro bem das palavras que usara. Foi tão ruim quanto uma espinha no nariz em dia de uma festa esperada. Não, pior: tão ruim quanto ser atropelada por um ônibus e por uma manada de elefantes no dia da festa tão esperada logo depois de descobrir uma espinha no nariz. Ééééééé, leitores... Fazendo assim um esforcinho posso dizer que a primeira vez de nossa heroína não foi assim uma Brastemp não.

Ela passara um bom tempo tendo certeza de que o zégzo era algo super valorizado. Algo como entrar naquela fila quilométrica de um certo brinquedo no Hopi Hari que todos garantiam que era suuuuuuuuuuper legal e, quando enfim chegara sua vez acabara por perguntar-se: mas é só essa merda?”. Isso mesmo leitores, ela chegou a acreditar que zégzo era apenas como a tal fila pro brinquedo do Hopi Hari. Ai, Tukaaam, comparação mais retardadaaaaam. E para que os “machos” aqui não comecem a dizer que a culpa pelo fracasso foi da moça – homem adora jogar a culpa na mulher quando eles não sabem dar no couro, repararam? – ou para que não digam que ela não poderia jamais julgar somente pela primeira vez, deu pra ele novamente – deu pra ele uma nova chance, leitores. E mais uma ou duas depois dessa. Talvez três. Depois de tudo isso foi que definitivamente começou a se condicionar a acreditar que zégzo era algo absurdamente dispensável a uma pessoa tão promissora quanto ela. Ela desvendaria céus e terras e nunca mais transaria com aquele fubango. Quiçá com ninguém mais.

Continua...

Esta é uma obra de ficção saída da mente um tanto quanto perturbada desta blogueira que vos escreve. Em todo caso, nomes* foram e serão trocados para preservar a identidade dos envolvidos, mesmo que imaginários.

Postado por Tuka *
Comments:
Os homens são inseguros por natureza, Tuka. Digo com a propriedade de um legítimo XY. Culpamos sempre as mulheres pq admitir que somos nós quem falhamos é deveras doloroso e humilhante. Mas é evidente que a responsabilidade de uma "bimbada" inexpressiva é sempre do homem, afinal a obrigação de saber "conduzir a dança" é nossa.
 
Hahahahahahahahaha não vejo a hora do próximo capítulo, tukaaam. vc é hilária. adoro seus textos.
 
Ansiosa pelo novo capitulo!

Beijos
 
Aguardando o próximo capítulo...

Talvez sua chance de falar: "então, ofegante e totalmente desarmada sacumbiu sem pensar à libido tão arduamente controlada por aquele homem que outrora desprezara!"

Beijos.
Adorei o blog.
 
o locutor diz "cenas do próximo capítulo" e eu aqui grudadinha esperando.. ;)
 
Olá!!
Adorei seu blog!!
Até
http://sex-appeal.zip.net
http://cara-nova.zip.net
 
Postar um comentário



<< Home

Leia antes de usar
Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


Uma campanha Casa da Tuka contra o plágio
Divulgue em seu Blog:




O Avesso dos ponteiros

Livro de cabeceira
Aparentemente é Isso Mesmo
Uma Brasileira
Heart's Place
Blog by Dani
A prateleira
Desiderata
Blônicas
Observados

Casa no Orkut


My Unkymood Punkymood (Unkymoods)



Procure aqui

powered by FreeFind


Ouvidos




website hit counter

tracker

Page copy protected against web site content infringement by Copyscape

Get your own free Blogoversary button!
. . .

Design By:
Lin Diniz
Powered By:
Fernando Boniotti