Casa da Tuka
 

11 de ago. de 2008

Capítulo 2 – Da teoria à prática ou talvez você tenha que ler essa droga de novo

Pois bem, a vida zegzual com o tal julliano* se resumiu em umas quatro ou cinco patéticas tentativas de algo satisfatório. Mas até que foi tudo perfeitamente compreensível já que eram jovenzinhos e inexperientes. Ela tinha medo de engravidar só de ficar pelada e ele, tadinho, que pensava ser um expert, entendia de zégzo na mesma proporção que entendia de física quântica, ou seja: absolutamente nada. Depois disso, suas vidas prosseguiram separadamente e ela o encontrou apenas por acaso algumas vezes. Sempre que pôde, ele dirigiu-se a ela com aquele papinho manjado que faz com que nós mulheres sintamos pelo homens um sentimento de plena compaixão: Gataam, se fizermos zégzo hoje você vai ver o que é bom”. Tenho certeza disso, mas não, obrigada - respondia todas as vezes. Isso porque imaginava que falar prefiro-jogar-gasolina-em-meu-próprio-corpo-e-tacar-fogo-a-transar-com-você-de-novo-nesta-vida o magoaria muito.

Em seguida veio o fubango do seu segundo namorado, o Ivhan*. De Ivhan* basta dizer que seu livro de cabeceira era o Manual do Orgasmo Feminino. Sendo assim, ninguém poderia culpá-lo por não se esforçar, não é mesmo? Mas Ivhan* não sabia que ser bom na teoria não faria dele um az na prática. Mas quem teria coragem de dizer isso a ele? Ela, definitivamente, não!

Depois de algum tempo de namoro, Ivhan* e ela separaram-se. Não lembro muito bem o que foi que aconteceu no final, mas deve ter sido bem sério, pois o namoro dos dois terminou com o seguinte diálogo ao telefone: Ela: Oi, você vem? Ele: Não, vou não, tá chovendo. Ela: Hum. Você vem depois que parar? Ele: Não. Ela: Você pretende vir quando? Ele: Não pretendo ir nunca mais. Sei lá, leitores, mas tenho cá pra mim que esse não foi um final de namoro dos mais legais, ele poderia ter sido mais camarada e dito algum daqueles clichês não é você, sou eu, ou ainda o clássico: agora preciso focar em minha carreira – e, mesmo que ele não tivesse nenhuma carreira, ela fingiria acreditara. Mas bem, seguiram cada um o seu rumo, ele deve ter prosseguido com os livros e ela com aquela persistente sensação da fila do Hopi Hari que mencionei no capítulo anterior. Vale dividir com vocês leitores, que para a pobrezinha, cada vez mais a imagem era de uma fila maior, muuuuuito maior do que o brinquedo merecia.

Foi então que conheceu Alejanderrr*...

Continua...

Atenção, esta é uma obra de ficção saída da mente um tanto quanto perturbada desta blogueira que vos escreve. Em todo caso, nomes* foram e serão trocados para preservar a identidade dos envolvidos, mesmo que imaginários.

Postado por Tuka *
Comments:
isso ta parecendo "memórias de Helena"... E a Helena em questão, eu conheço bem e nem troquei o nome!!! vida sexual (????) da pior qualidade!!! Tenho até dó!
bjs
 
Eu tive um namorado julliano também, tuka. Foi um período bem chato da minha vida. Mas hoje estou casada com um homem de verdade e mal lembro daquela época triste.quero saber como continua esta novela rs
 
nuss... daki a poko vai virar terapia...kkk
 
tem o "Eu nao sou a pessoa certa para vc..." ou
"estou confuso... preciso pensar" ou "estou confuso... preciso de um tempo"...
ahhh... entendo bem essa pobre moça...mas nossa heroina com certeza encontrará o plano prazer sexual nas mãos do cara errado (tsctsc) ela engravida... tem um filho... depois separ... ooopsss... minha historia???? tuuuuuuuuuuu mera semelhança omeucu... ;)
 
"Qualquer semelhança com a vidareal é mera coincidência"?... Já vi essa história se repetir muitas vezes...será que vai haver umfim...ento isso eu sigo os capitulos... Muito bom os textos!!!
 
Gataaaam!!!! adorei o seu blog!!!! amei!!! e tão descontraído e cálido e tem essa forma genial de "imitar vozes usando palavras"
Zegzo!!!!!
Cara, sou sua fã!!!!!!
 
esperandooooo...
escreve logoo...kkk
 
Ameiiiiii sua história, pode ser mera coincidência, mas todas nós mulheres, pelo menos quase todas já passamos por isso ...
Como homem é tão grosso e objetivo qdo quer, não é mesmo?
Credo, um pouco de classe não faz mal a ninguém.
Será que "eles" não conhecem a verdadeira frase, "não faça aquilo com os outro o que você gostaria que não fizesse com vc".
Clarooooo que não, pois eles estão mais preocupados com o próprio umbigo não é mesmo? kkkk
Coitada de nós mulheres que ainda achamos que precisamos desses homens, rs ...
Vou lhe visitar sempre ...
Beijos linda
 
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Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

Assim como o direito de escrever
o que bem entender, claro!


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