26 de ago. de 2008
Capítulo 3 - Tentando superar o alcoolismo?
Depois de Ivhan*, de quem ela levara um homérico pé nos glúteos por telefone - mas esperar o que de um homem que lia manual do orgasmo feminino, minha genteem? – nossa heroína ficou desolada. Tentou suicidar-se assistindo novelas, Hebe e programas de fofoca, mas nada surtira resultado e ela continuara viva, um pouco mais burra, tadinha, mas bem viva. Depois de muito sofrer e chorar e quase desidratar durante os longos dois dias e meio que se permitiu penar por Ivhan*, a fubanguinha, digo, nossa heroína, novamente foi à luta.
Alejanderr* então entrou na história. Mais pra feio do que pra bonito, sem um puto no bolso, eternamente desempregado... Qualquer mulher em sã consciência imediatamente diria: cai fora, acho coisa melhor em qualquer boteco fuleiro, mas o que nossa heroína disse foi o seguinte: Tá, vamos namorar. Uma retardada, leitores.
Ai Tukaaam, esta personagem não sabe escolher homem, é burra e está me irritandoooom! Calma, genteeem! Aprendi com Manoel Carlos que é assim que se constrói uma heroínaaaam!
Os dias foram passando e ela, sedenta por volúpia e por alguém que não a fizesse associar zégzo com aquela maldita fila do Hopi Hari, seduziu Alejanderr* com sua mais bonita lingerie, ou melhor, com o único sutiã que combinava mais ou menos com alguma calcinha. Toda zégzy e meio bebinha também, porque nada como uma boa manguaça para deixarmos de lado certas inibições e dizer: “inhaí, pode ser ou tá difícil”. Infelizmente, leitores, para Alejanderr* estava difícil. E continuou difícil durante muito, muito tempo. Nossa heroína quase virou alcoólatra durante o tempo em que tentava fazer a “coisa” engrenar com o rapaz, mas nada acontecia.
Continua...
Atenção, esta é uma obra de ficção saída da mente um tanto quanto perturbada desta blogueira que vos escreve. Em todo caso, nomes* foram e serão trocados para preservar a identidade dos envolvidos, mesmo que imaginários.
Postado por Tuka
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