Casa da Tuka
 

13 de out de 2006

Capítulo 9

(Se quiser entender você precisará começar pelo capítulo 1)

Amor à primeira vista em tempos modernos? Ou a maneira como o feitiço vira contra o feiticeiro. Ou quem ri por último no caso Chapolin...

Desliguei o telefone totalmente apaixonada. Verdade. E parecia mentira o que acabara de acontecer, como até hoje parece, e tanto pensar como falar sobre isso assim desta forma soava naquele momento tão surreal, mas realmente desliguei o telefone totalmente apaixonada. Óbvio que não faz sentido escrever aqui o que foi dito entre nós e não o farei, mas confiem em mim quando eu digo que aquilo que aconteceu é coisa de uma vez apenas na vida - e olhe lá.

E se eu já estava encrencada namorando um moço que eu não queria e com esperanças de voltar para um ex, consegui piorar: agora eu tinha me apaixonado por uma pessoa que tinha namorada. Viva eu!

O bom é que minha paixão era recíproca – aliás, para ele, segundo o próprio, fora um caso de amor à primeira vista: Te amei, desde o momento em que te vi e foi muito antes do tonto do seu namorado me apresentar você como uma amiga qualquer. E quando ele disse isso caí na risada. E não pela frase toda, apenas por causa do “amor à primeira vista” que até aquele instante achava que existia apenas em filmes.

Chapolin de cu é rola, minha filha!Parênteses: Por falar em algo engraçado, ou ao menos curioso, foi a maneira como ele descreveu o instante em que me avistara naquela festa. Estava com a namorada quando ela o cutucou para olhar para uma figura sentada no saguão do hotel. A figura era eu. Segundo ele, as palavras dela foram algo como: olha lá aquela menina esquisita com um a roupa que parece a do Chapolin! E deu risada. Só que ela não notou que ele nunca mais deixou de me olhar. Sem querer ela foi a respoChega de foto minha aqui que já está parecendo o blog da Anucha - rsnsável por tudo. Isso foi ele quem disse também.

Parênteses de novo: Eu estava vestida com uma blusa vermelha até bem bonitinha (essa aí da foto), nada tinha a ver com a roupa daquele ridículo personagem mexicano. Também usava uma mini saia preta e nos cabelos tinha umas fivelas de florzinhas. Estava magra demais, com olheiras demais e minha cara era a de “falta-muito-papai-smurf?”. Tá, admito que não estava lá muito linda (confirmem com a foto ao lado), mas daí a ser motivo de risada, não né? Guria, idiota, ô!

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Postado por Tuka *
Comments:
Cê tá é com um sorrisão lindo na cara!!!!! Tá linda! Essa história de Chapolin é intriga da oposição... ops!
Bjos!
 
Tá.. isso tá pior do que aquela "passaros Feridos" do sbt!! hauhauhaauha
e essa blusa eh lindinha sim e nem tem nada de chapolin.. se ao menos vc usasse anteninhas de vinil! hauhauahuahauh
Tão idiota que acabou sem namorado hauhauhauahauha!
Beijos
 
O Chapolim da outra la pode apostar que era invejaaaaa!!! Adorei a blusinha, e vc ta com sorrisão enorme que nem parecia estar em crise!!!

Será que rola um outro capitulo hj? hahah

Beijos
 
Ai Jesus que essa história está boa demais!!! Estou me sentindo como se acompanhasse uma novela!hehe
 
hahahahahah morri de rir com essa historia....
e para ta! vc ta liiiiiiiiiiinda na foto!!!!!
 
Enquanto ela te chama de esquisita, o namorado dela te paquera
 
kkkkk, tô me matando de rir com essas coisas... quantos capítulos vamos ter??
 
Ai, péra, que eu quero entender. Vou lá no capítulo um depois volto, tá? :-D Bjão!
 
OI Tuka, vou torcer pelos proximos capítulos, rsrs BJUS
 
Você estava era uma gata viu!Tadinha da moça lá que colocou os olhos dele de frente para os seus.Tá ficando muito boa a história.
 
Oww novela tem que ter todo dia!!!!!

To esperando!

Beijo
 
Eiiiiiiita...a mulher se enforcou com a própria corda!!!

Quem manda ser invejosa!!
 
Ué, meu comentário foi censurado? rs...

Beijão, Tuka.
 
Linda,linda e linda que vc estava, isso sim...guria idiota mesmo aquela, aff!
tô indo ler tudo que perdi [como pude?]
beijossssssssssssss
 
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Desde 15 de janeiro de 2002 uma jornalista nonsense escreve desembestada no blog que chama carinhosamente de sua Casa.

Aqui têm besteiras demais, coisas inúteis demais, enfim, tudo o que nem precisava ser dito, muito menos escrito.

Obviamente, qualquer semelhança com a realidade é única e exclusivamente uma opção da autora.

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